| Congresso
mostra como as áreas da saúde privada e estatal interagem na América Latina |
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Na segunda mesa de debates do 11º Congresso Latino-Americano
de Serviços de Saúde, lideranças do setor do
Peru, Argentina, Brasil e Cuba mostraram aos congressistas como as áreas
da saúde privada e estatal interagem na América
Latina.
No Peru, o grande desafio do governo é oferecer acesso à saúde
para uma população composta por 54% de pobres. “Um dos últimos
relatórios da Organização Mundial de Saúde coloca
o Peru em último lugar na América Latina em prestação
de serviços em saúde. A parceria público-privada é o único
caminho para que o país consiga oferecer uma assistência mais digna
a sua população”, acredita Juan Luis Ormeño, da Associação
Peruana de Hospitais e Serviços de Saúde.
José Carlos Abrahão, presidente da Confederação Nacional
de Saúde (CNS), mostrou a evolução dos serviços de
saúde no Brasil, o funcionamento do setor suplementar e como a área
privada interage com o setor público na prestação de serviços
ao SUS. “Garantir que estados e municípios invistam em Saúde
o que prevê a Emenda Constitucional 29 é um enorme desafio. Dos
27 estados da federação, apenas sete investiram o que deveriam
em saúde no ano passado”, frisou Abrahão.
A mesa contou ainda com a participação do diretor da Federação
Latino-Americana de Hospitais, Héctor Vazzano; e com o membro da Comissão
Nacional de Acreditação da República de Cuba, Bartolomé Arce.
O mediador dos debates foi o presidente da Federação Latino-Americana
de Hospitais, Norberto Larroca, que contou com a ajuda do secretário
Juljan Czapski, diretor do SINDHOSP.
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