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São Paulo, 18 de Maio de 2012 - 01:51
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Acesso a medicamentos para diabetes e hipertensão cresce 256%Em um ano de funcionamento da iniciativa Saúde Não Tem Preço, lançada em fevereiro do ano passado, pelo governo federal, triplicou o número de beneficiados em São Paulo com medicamentos gratuitos para o tratamento de diabetes e hipertensão. No Estado, o programa do Ministério da Saúde aumentou 256% o número de pacientes beneficiados de janeiro de 2011 a janeiro de 2012. O total mensal de pessoas que retiraram esses produtos nas 4.578 farmácias e drogarias credenciadas passou de 235.165, em janeiro de 2011, para 836.051, em janeiro de 2012.
Em todo o país, a quantidade de beneficiados aumentou 280% no mesmo período. O total mensal de brasileiros assistidos pelo Saúde Não Tem Preço passou de 853.181, em janeiro de 2011, para 3,6 milhões em janeiro deste ano, incluindo atendimento nas farmácias credenciadas e na rede própria do governo. Em todo o período, 7,8 milhões de pessoas foram beneficiadas. Deste total, 1.940.343 em São Paulo. A hipertensão arterial acomete 23,3% da população adulta brasileira maior de 18 anos, segundo dados do estudo Vigilância de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) de 2010, que considera o diagnóstico médico referido pelo entrevistado. Em São Paulo (capital), o percentual de hipertensos é de 22,9% da população adulta, abrangendo 19,7% dos homens e 25,8% das mulheres. De acordo com a mesma pesquisa, o diabetes atinge 6,3% da população adulta brasileira. Especificamente na capital paulista, 7,1% da população apresentam a doença – 6,3% dos homens e 7,8% das mulheres. Os medicamentos são oferecidos nas mais de 20 mil farmácias e drogarias da rede privada credenciadas ao Aqui Tem Farmácia Popular.
Orientações aos usuários Os medicamentos gratuitos para hipertensão e diabetes são identificados pelo princípio ativo ou nome genérico, que é a substância que compõem o medicamento. Os itens disponíveis são informados pelas unidades do programa, onde os usuários podem ser orientados pelo profissional farmacêutico. É ele que deverá informar, ao usuário, o princípio ativo que identifica o nome comercial do medicamento (de marca, genérico ou similar) prescrito pelo médico.
Fonte: Agência Saúde
Publicado em 05/04/2012
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