São Paulo, 22 de Fereveiro de 2012 - 22:38
Presidência
Presidência
Composição da Diretoria
DIRETORES
Dante Ancona Montagnana
Presidente
José Carlos Barbério
1º Tesoureiro
Yussif Ali Mere Júnior
1º Vice-Presidente
George Schahin
2º Vice-Presidente
Luiz Fernando Ferrari Neto
2º Tesoureiro
Marco Fábio Mello Sinisgalli
1º Secretário
Antonio Carlos de Carvalho
2º Secretário
Carlos Henrique Assef
Suplente
Sergio Paes de Melo
Suplente
Rosangela Mello Sinisgalli
Suplente
Jamir Vieira das Neves
Suplente
Simão Raskin
Suplente
Ricardo Nascimento Teixeira Mendes
Suplente
Luíza Watanabe Dal Ben
Suplente
CONSELHO FISCAL
Francisco Ubiratan Dellape (Em Memória)
Efetivo
Roberto Nascimento Teixeira Mendes
Efetivo
Juljan Dieter Czapski (Em Memória)
Suplente
Gilberto Ulson Pizarro
Suplente
Maria Jandira Loconto
Suplente
DELEGADOS REPRESENTANTES
Dante Ancona Montagnana
Efetivo
Yussif Ali Mere Júnior
Efetivo
José Carlos Barbério
Suplente
Luiz Fernando Ferrari Net
Suplente

O presidente do SINDHOSP representa a entidade e os prestadores de serviços de saúde privados do Estado de São Paulo em reuniões e audiências com órgãos governamentais, negocia dissídios coletivos com diversos sindicatos profissionais do Estado e leva o posicionamento da entidade aos veículos de comunicação ou em eventos promovidos pelo setor. Abaixo, o internauta tem acesso a agenda mensal do presidente e à Palavra do Presidente, carta enviada mensalmente aos sócios do Sindicato.

Agenda do presidente
Fereveiro / 2012
Dom. Seg. Ter. Qua. Qui. Sex. Sáb.
     
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Palavra do presidente
Palavra do Presidente do mês de Janeiro
Você tem que cantar como se não precisasse de dinheiro, amar como se nunca fosse se ferir. Você tem que dançar como se ninguém estivesse olhando. Isso tem que vir do coração, se você quer que dê certo. Susannah Clark

Logo no início do ano, podemos ver duas posturas das pessoas em relação ao futuro. Vamos a elas.

 

O ano de 2012 nasceu antes da data. Já em meados de 2011, cientistas, religiosos e místicos do mundo inteiro corriam atrás de pistas deixadas por civilizações e profetas do passado explicando como será o fim dos tempos. Dizem que em diversas culturas ancestrais o ano de 2012 é marcado nos calendários como o “apocalipse”, o “fim do mundo”, “o juízo final”, “o fim de um ciclo” e, para outros, “o ano em que esta era terminará e outra, melhor, será iniciada”.

 

E terá um dia exato: 21 de dezembro de 2012. Para muitos será o dia da aniquilação da raça humana. Como isso seria possível? É que terminará um dos “ciclos” do calendário maia. O mundo acabará graças a colossais tormentas solares, que afetarão a polaridade de todo o nosso planeta, quando o campo magnético terrestre se inverterá imediatamente, com consequências catastróficas para a humanidade.

 

Mas posso afirmar com toda certeza que o mundo não vai acabar, e uso para isso um simples argumento. Não existe consenso se este será o fim do atual “ciclo”, já que é impossível determinar as datas exatas entre o calendário maia e o nosso, o calendário gregoriano. O calendário maia não termina em “21 de dezembro de 2012” ou em outras datas estipuladas por estudiosos do tema. Além disso, na história da humanidade várias datas já foram estabelecidas para determinar o final dos tempos e, como vimos, não aconteceram.

 

A outra postura.

 

Embora seja impossível deter a marcha do calendário, nos últimos 100 anos a medicina deu passos largos no sentido de retardar processos ligados ao envelhecimento. Primeiro vieram melhorias nas condições sanitárias, a descoberta das vacinas, a invenção dos antibióticos e dos recursos para combater doenças como o diabetes, os males cardíacos e alguns tipos de câncer. Todos esses avanços resultaram na adição de anos na expectativa de vida da população. Agora, está em curso um novo e revolucionário capítulo da ciência da longevidade.

 

Nos últimos trinta anos, a expectativa de vida aumentou 11 anos no Brasil. As doenças crônicas do coração e dos pulmões, bem como as artrites, aparecem, hoje, entre 10 e 25 anos depois do que surgiam em gerações passadas. Os 60 anos de idade são os novos 50. Os 50, os novos 40, e assim por diante.

 

Essa evolução fez com que o próprio conceito de velhice fosse reformulado. Já não se espera que um homem de 60 anos se aposente e passe os dias de pijama. O aumento da longevidade propiciou o surgimento de outro fenômeno, desta vez no comportamento – o de pessoas maduras que cruzam as fronteiras entre gerações e não apenas agem, mas se sentem como se fossem mais jovens. São homens e mulheres que já passaram dos 40 ou 50 anos, gozam de boa saúde, disposição e acreditam que os hábitos de vida e a forma de se expressar não devem se atrelar à idade, mas à personalidade de cada um. Os americanos os chamam de “ageless” (sem idade, em português).

 

Em qual dos dois grupos você quer ficar?

 

Um grande abraço,

 

Dante Ancona Montagnana

 
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